segunda-feira, 19 de julho de 2010

Julie & Julia


Julie & Julia, é um roteiro maravilhoso, pois apresenta a vida de duas mulheres que que ao se envolverem numa aventura da arte da cozinha, entre misturas, habilidades e sabores, se encontram e se realizam.
Minha amiga me indicou o filme por ter lembrado da minha adimiração a arte culinária, agora indico a todos que apreciam se aventurar na cozinha ou saborear um bom prato, O filme explora a porção de alquimia que existe em todos nós.

domingo, 4 de abril de 2010

Para afastar as indesejáveis formigas da cozinha.



Espalhe pimenta em pó, preta ou vermelha, nas gavetas, prateleiras e outros e cubra com papel manteiga, evitando que os utensílios da cozinha entrem em contato com a pimenta. Também usar vinagre branco puro, passar com uma esponja na mesa e na pia, o vinagre é um excelente repelente, inclusive se passado na pele.

Agora mão na formiga...

domingo, 7 de março de 2010

"Os escafandristas virão"



A delícia de ser mulher, de ser romântica, de falar pelos cotovelos, de ser observadora, de enfeitar-se para a vida, de realçar os detalhes que só ela vê, estão sendo subistituidos por um articialismo fatalista, mortalizando o espontâneo, a diferença, a capacidade criativa e diplomata da mulher, por uma imagem repetida, padronizada, mulheres que refletem as imagens da propaganda.

Na música futuros amantes, Chico Buarque fala dos escafrandista explorando uma cidade submersa. Aqui, metaforicamente a alma da mulher anda submersa nas muitas camadas de imagens, cremes e cobanças pós-revolução feminina. Certamente nossos parceiros cansarão de usar aquela roupa de mergulhador e de carregarem oxigênio no submerso mundo feminino, afim de encontrar a alma feminina. Cansados desistirão e se relacionarão com a camada superficial, enquanto a mulher clamará por relações mais profundas e inteiras.

Esse descompasso é "desumano" e deixa homens e mulheres idealizando relações duradouras e plenas, no entanto vivendo relações efêmeras.

segunda-feira, 1 de março de 2010

ENEM


Caro Senhor ENEM,

Admiro sua coragem de lutar diante de tantos: mas se... se fosse assim... Mas não consegue... diante de tantos questionamentos, sua teima em sobreviver, diante de um desânimo coletivo para as mudanças, antes mesmo de vivê-las, é muito forte e mostra a sua resistência para lutar. Sei que até aqueles que discursavam em favor das mudanças, quando o Senhor chegou de verdade, recuaram. Sei o quanto o Senhor fica acuado diante dessas pressões.

Penso que querem nomeá-lo “salvador da pátria”, resolver de vez problemas socioeconômicos, dar condições financeiras aos estudantes, resolver o problema da escola básica, fortalecer o ensino publico etc. O que menos percebo nos discursos é uma discussão fundamentada na base de valor pedagógico que o Senhor confere ao funil seletivo do vestibular.

Sei que o Senhor ainda está tateando frente aos mecanismos fortemente alimentados por longas décadas, praticados já de olhos fechados, com direito a reprises de apostilas, a estatísticas de questões que orientam a base curricular do “que é dado”, a conteúdos tão específicos que só mesmo os cientistas dominam, a preparações em cursos para enfrentar e sobreviver ao combate, enfim, uma cadeia de práticas já enraizadas em nós.

O Senhor padece dos rótulos, análises e pessimismos que todo ator de mudança se reveste. Imagine, Senhor ENEM, o Senhor querer alterar a rota do que está posto, é de se esperar uma reação fortemente resignada e embasada pelo discurso do impossível: ou muda tudo ou não dará certo. Para que mudar, se continua seletivo. O site não funciona, as provas não têm segurança. Parece, por vezes, que o Senhor Vestibular é uma maravilha, um oásis.

Será que a coletividade social desconhece o atual sistema, nunca acompanhou um jovem, nem ouviu falar sobre o assunto, nem leu sobre suas dificuldades e do seu poder de comando? A verdade é que todos nós sabemos das dificuldades do atual sistema, a questão que se apresenta é nosso medo diante do desconhecido. Mudança traz resistência, resistência para absorver tantas informações e ainda por cima operacionalizá-las. Poxa, o bacana é ver que com menores pretensões, com sua cara de pouca mudança, com seus limites de acesso a todos, o Senhor traz o legado da transformação que revitaliza, que inquieta, que é exigente e rejuvenesce a educação. É uma só ousadia no campo das ideias, é trazer para o centro do processo o pedagógico.

Caro guerreiro, seja bravo e forte, resista, viva para tentar, nem precisa alterar tanto, se o Senhor resgatar o espírito educacional para dentro de todos os níveis da escolaridade, substituindo o chavão “mas caí no vestibular” por isso tem que dá esse conteúdo. Se precisarmos começar de novo, começar apenas mudando o significado pedagógico do que se pergunta e para quem se pergunta e conseguir inserir contexto, reflexão e abrangência em todas as áreas, que mudança significativa teremos.

Continuo compartilhando da determinação e do desejo para o Senhor acontecer de fato e de direito, valorizando o saber, abrindo uma nova esfera no pensamento pedagógico que impera pela voz: tem que contextualizar, pois é isso que caí no vestibular, assim se poderá salvar milhões de mentes da coisificação e de memorizações efêmeras. Para mim, é isso que confere valor a todo esse processo, o sentido pedagógico implícito na prova do Senhor ENEM.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

"Por um simples pedaço de cerâmica"

Quero compartilhar a indicação do livro "Por um simples pedaço de cerâmica", feita pelo Fávio Paiva.


Flávio Paiva

A plenitude da realização

"Gosto dos livros que nos instigam a continuar humanos. “Por um simples pedaço de cerâmica” (Martins Fontes, 2009), de Linda Sue Park, é um desses livros. Basta percorrer suas páginas de coração aberto para convencer-se disso. É uma obra classificada como infanto-juvenil, mas recomendada a todas as idades, pois não há limite de idade para acreditar na plena realização, como fruto das insistentes procuras do espírito criativo.

É um livro de temperatura agradável, que emociona em ternas camadas de calor humano. A essência do ser aparece espalhada em leveza, respiração, amplitude, tensão e proximidade. Tudo em respeito à vida e à cultura de uma comunidade de ceramistas. Nesse ambiente social quase biológico é que se desenvolve essa história de exercício da consciência, com destaque para a função da sensibilidade, o papel da atenção ao outro, as fronteiras da convivência solidária e a construção do afeto."

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A ordem é Consumir.

Andei pesquisando sobre consumo e fui consumida por milhões de reflexões. A preocupação mais louca foi sobre a destruição silenciosa e feita a muitas mãos do nosso chão planetário. Entrar em contato com a verdadeira realidade nos deixa atordoados, é desestruturante o modo como uma espécie dependente e frágil é capaz de destruir seu chão sagrado e a fonte de energia vital para a sua espécie. Proponho um desafio: vamos anotar por um dia tudo o que consumirmos, incluindo água, energia, aparelhos, alimentos, transportes, ligações, net enfim, TUDO MESMO. Será uma tomada de consciência e depois a proposta é irmos gradativamente e por inicialmente 7 dias reduzir nosso consumo. Depois mais 7 dias... até fecharmos um mês. Com um mês de anotações feitas e mudanças realizadas, poderemos formar novos e compromitidos hábitos e só neste momento multiplicaríamos essa idéia. Topas?

video

sábado, 26 de dezembro de 2009

A Novidade e a Esperança VESTIDA DE NATAL E DO ANO NOVO



O NATAL e ANO NOVO vem coberto de esperança, com o provocante sabor da novidade. Todos se preparam, se embelezam, escrevem suas promessas e desejam o bem a quem passar na sua frente. Explode o ano com a drenalina de conquistar as juras de fazer ginástica, deixar de beber refrigerante, estudar inglês, visitar mais os amigos, almoçar todos os domingos na casa dos pais e SER FELIZ E FAZER O OUTRO FELIZ. No aperto de mãos, nos abraços e nos risos fartos estão o pacto solidário dos limites de humanidade e a fé sagrada que podemos tudo.
É um tempo de tanta esperança e expectativa, que criamos personanagens ilários, elegemos precisamente o tempo de mudança, fazemos barulho e contemplamos as cores é um tempo uterino que traz à humanidade força e fé, coragem, garra e suspiros. Recolorimos, renovamos, nos reaproximamos de nós, da nossa família e especialmente do divino.
Bom, mãos na massa, aproveitemos esse ritual tão humano e sagrado, tão vital e regenerador, vivamo-no com verdade e com o toque do que é essencial. Viver o essencial e acreditar nos sonhos é começar a realizá-los!

AME...

ACREDITE NO AMOR VERDADEIRO, SEJA ACOLHEDOR E LEVE, SINTA O AR QUE ALIMENTA TUAS CÉLULAS, SEJA GRATO AO TEU ORGANISMO, APRECIE A VISTA DA TUA JANELA, SORRIA PARA OS AMIGOS, SEJA CORTÊS, AFINAL SOMOS COM O OUTRO, SONHE, SONHE MUITO COM O ANO QUE SE APROXIMA, E CONSTRUA DEVAGARINHO O SONHO, TORNANDO-O REALIDADE!

FELIZ ANO NOVO!

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Muitas perguntas, poucas respostas.